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Balança comercial goiana tem segundo melhor saldo de janeiro em dez anos

2301-colheita-soja-6A balança comercial do mês de janeiro, divulgada pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SED), nesta sexta-feira (16) destaca crescimento tanto em exportações quanto em importações. O saldo gerado entre os dois índices resultou em um superávit de US$ 161,6 milhões – o 49º consecutivo e o segundo maior para o mês de janeiro desde 2008.

No caso das exportações, 15,92% maior em relação a janeiro de 2017, foram comercializados mais de US$ 447 milhões em produtos goianos no mês passado. Já nas importações, o crescimento foi de 8,09%, somando mais de US$ 285,4 milhões. No comparativo com dezembro de 2017, houveram recuos de 3,0% nas exportações e de 8,46% nas importações, considerados normais para a transição entre os períodos. Ainda assim, foram os menores recuos dos últimos 12 meses.

Goiás também apresentou um ligeiro crescimento na participação nas exportações do Brasil, contribuindo com 2,63% do resultado nacional. O crescimento na venda de produtos goianos em janeiro deste ano também foi superior ao da média nacional que atingiu um aumento de 13,81%.

Produtos Importados

Dentre os importados, os produtos farmacêuticos lideram o ranking, somando mais de US$ 84,7 milhões, com participação de 29,70% do valor total das importações do Estado. Ainda assim o produto apresentou queda de 29,08% em relação a janeiro de 2017.

O principal destaque nas importações ficou para veículos e suas partes, com crescimento de 176,62% em comparação a janeiro de 2017. Por isso, ficou em segundo lugar no ranking dos produtos adquiridos, representando 19,14% de todo valor importado pelo estado, totalizando US$ 54,6 milhões.

Para os técnicos da SED, esse aumento pode representar uma retomada do setor liderado pelas montadoras já instaladas em Goiás. Outra contribuição é o alinhamento entre a sensibilidade de aquecimento do comércio regional e expansão de investimentos.  O secretário Francisco Pontes acredita que em breve haverá aumento ainda mais expressivo no segmento, “por conta da instalação de novas montadoras”, avaliou.

Em terceiro lugar, apareceram Adubos (Fertilizantes) com participação de 10,08%, seguidos pelas importações de Produtos Químicos Orgânicos com 9,01%; Reatores Nucleares, Caldeiras, Máquinas, Aparelhos e Instrumentos Mecânicos e suas partes com 8,71%; Máquinas, aparelhos e materiais elétricos, e suas partes com 5,53%; Instrumentos e Aparelhos de Óptica, de Controle ou de Precisão e Instrumentos e Aparelhos Médico-Cirúrgicos com 2,98%. Destacaram-se, ainda, Assentos para veículos; Plásticos e suas obras; e Obras de ferro fundido, ferro ou aço.

 

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